No mundo dos negócios, existe um cálculo bastante conhecido chamado custo x benefício. 

Ele, na verdade, deveria se aplicar para todas as circunstâncias da vida.

O que todo mundo quer, claro, é ter todo o benefício do mundo pelo menor custo possível. Só que vivemos no mundo real e para cada escolha costuma chegar – mais cedo ou mais tarde – a conta. 

E quando a hora de acertar chegar – porque ela vem – é importante que seja paga com consciência.

Pois bem. Estamos falando de previdência. E ela vai muito além da aposentadoria.

Digamos que a Previdência Privada é um jeito de guardar dinheiro para o futuro.

Desejamos que no futuro,  “preocupação financeira” nem entre na sua lista de afazeres.

Investir em previdência privada (ou complementar) é uma chance de formar uma reserva financeira para realizar projetos e sonhos a médio e longo prazo. Quem quer dormir tranquilo sem se preocupar com o depois, é bom começar já já.


Mas quanto é razoável pagar de taxas? Lembre-se que este é um dinheiro que só vai ser usado lá na frente…

Depende.

Uma coisa precisa estar clara: esse tipo de investimento é todo feito visando o longo prazo.

Assim, quanto mais tempo você “permanecer” investido no produto, mais as vantagens tributárias compensarão os custos. Menor o imposto pago.

Para ter a melhor relação custoxbenefício, portanto, você deve considerar o horizonte de pelo menos 10 anos de investimento, ok?

Ótimo. Dito isso, então quais são os custos envolvidos em um plano de previdência privada?

Quais são as taxas para investir em previdência?

Existem dois tipos de taxas cobradas.

1. Aquela cobrada pela administração do dinheiro: Taxa de Administração.

Seu plano, seja ele PGBL ou VGBL vai ter como recheio um fundo de previdência. Ou seja, o seu plano (PGBL OU VGBL) investe em um fundo.

Pela tarefa de administrar o dinheiro desse fundo de investimento, cobra-se a Taxa de Administração.

Se você aplicar R$10 mil em um plano de previdência e a taxa de Administração for de 2%, significa que você estará pagando R$2mil por ano para que seu dinheiro seja administrado.


2. Aquela cobrada como se fosse uma espécie de pedágio: Taxa de Carregamento

Ela serve para cobrir despesas de corretagem e administração. Dependendo do plano contratado, você pode pagar taxa de carregamento na entrada, na saída e pasme: em ambas.

Se você aportar R$ 500,00 por mês em um plano de previdência, e tiver uma taxa de carregamento de 5% na entrada, significa que você vai deixar R$ 25,00 para trás enquanto os R$ 475,00 restantes seguem para serem investidos no seu fundo.

Você já entra no plano perdendo.

Pare e pense: a taxa de administração já não é para cobrir as despesas administrativas? Para quê precisa de taxa de carregamento?

Você deve procurar opções que não cobrem taxa de carregamento.

Existem três tipos de taxa de carregamento cobradas:

Taxa de Carregamento na entrada: incide sobre cada depósito que é feito no plano. É decrescente em função do valor do aporte e do montante acumulado. Ou seja, quanto maior o valor aportado ou quanto maior o montante acumulado, menor será a taxa de carregamento antecipada.

Taxa de Carregamento na saída: é cobrada somente em caso de portabilidade ou quando você pede um resgate. É decrescente em função do tempo de permanência no plano, podendo chegar a zero. Ou seja, quanto mais tempo você ficar no plano, menor será a taxa.

Taxa de Carregamento na entrada e na saída: a cobrança ocorre tanto na entrada (no ingresso de aportes ao plano), quanto na saída (quando você resgata ou pede a portabilidade).

Pesquise: existem muitas opções com 0% de taxa de carregamento disponíveis no mercado com Taxas de Administração ridiculamente baixas.

Quanto menor, melhor.

Assim, seu custo x benefício ao longo do tempo fica cada vez mais interessante e seu dinheiro rende com um objetivo financiar seu sonhos no longo prazo.

Vamos riscar a “Preocupação financeira” da sua futura lista?

Escrito por Equipe Vitreo

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